Em julho de 1949, foi organizado no interior da corporação, na Sala d’Armas Coronel Marinho, junto ao Estádio Renato Tavares, onde recebeu o nome de Museu Major Lara Ribas, em homenagem ao organizador do acervo inicial. Mais a frente, foi transferido para o salão nobre do Quartel do Comando Geral. Em 1975, passou a funcionar nas dependências do Forte Sant’Anna, e, em 1985, na sede atual, anexa ao forte, quando então foi reorganizado e acrescido de várias peças de valor histórico para a corporação catarinense. Em maio de 2007, o museu iniciou um processo de revitalização, visando resgatar a História da Polícia Militar, que iniciou em 05 de maio de 1835, foi lançada a exposição “O Museu conta a História da Polícia Militar de Santa Catarina”. Atualmente, o Museu da PMSC funciona em área de beleza natural privilegiada, no centro de Florianópolis, próximo ao mar, que margeia o Forte Sant’Anna e sob a cabeceira insular da Ponte Hercílio Luz, que é mais famoso cartão postal da cidade. O acervo da PMSC é composto de armas históricas usadas pela Polícia Militar, armas selecionadas pelo major Lara Ribas entre os anos de 1938 a 1945, réplicas de fardamentos, fotografias, insígnias entre outros objetos, que estão expostos permanentemente e distribuídos dentro de uma área de exposição de 122 m². O público visitante do museu tem a oportunidade de conhecer um pouco da história de Santa Catarina e da Polícia Militar, através do acervo exposto. Para proteger o ponto onde a ilha mais se aproxima do continente (410 metros, apenas), foi construído pelos portugueses, o Forte Sant’Anna (1765), guarnecido com 10 canhões, 6 de ferro e 4 de bronze. Ainda assim, quando os espanhóis conseguiram tomar a ilha, o Forte foi conquistado. Um ano após, a ilha volta ao domínio português, pelo Tratado de Santo Ildefonso (1777) e sob a promessa dos fortes não mais serem utilizados. Era o início das ruínas. O Forte Sant’Anna, no entanto, ainda foi utilizado: Em 1880, abrigou a Polícia Marítima; 1893, com as muralhas ainda de pé, foi armado para agir contra a esquadra revolucionária; 1912, abrigou uma estação meteorológica do Ministério da Agricultura; 1938, tombado como Patrimônio Histórico, mas abandonado; 1973, pela primeira vez restaurado; 1975, abriga o Museu da Polícia Militar Major Lara Ribas.