Museu Vivo do São Bento

A partir da existência de um sítio arqueológico de população sambaquiana, pode-se experimentar um pequeno olhar sobre a era pré-cabralina. Com a história de uma fazenda que inaugurou o projeto de colonização lusitana nas cercanias da Guanabara, transformando-se posteriormente em unidade produtiva do Mosteiro do São Bento, no Rio de Janeiro, visita-se o período escravista brasileiro. Conhecendo as ações realizadas pelas comissões de saneamento e as políticas ruralistas instituídas pelo Ministério da Agricultura, em particular a implantação do Núcleo Colonial São Bento, viaja-se até as décadas de 20 e 30, do século passado. E, com as ocupações mais recentes, vive-se, construindo e reconstruindo, o Tempo Presente. Há mais de 20 anos o atual percurso do Museu Vivo do São Bento é visitado por alunos, professores, moradores, pesquisadores, brasileiros e estrangeiros, que, transitando pelas diferentes marcar deixadas pelos homens, realizam um esforço de leitura dos vestígios materiais e do próprio território, decifrando, interpretando e afirmando a importância desses lugares de memória como bens históricos e culturais, como patrimônio a ser preservado.