Museu do Doce da Universidade Federal de Pelotas

O Museu do Doce integra o Instituto de Ciências Humanas (ICH) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), e foi criado pela universidade no ano 2011 por meio da Portaria 1930, o museu, que começou efetivamente a funcionar no ano de 2013 , é também o resultado da patrimonialização da tradição doceira pelotense. Sediado em um dos casarões no entorno da praça Cel. Pedro Osório, o Museu do Doce é responsável por valorizar e divulgar as tradições doceiras de Pelotas e região, estando, portanto, vinculado a dois patrimônios culturais do Brasil: sua própria sede, construída no século XIX para uso como habitação da família de Francisco Antunes Maciel, Conselheiro de Dom Pedro II; e a tradição doceira de Pelotas e região, inscrita na lista do patrimônio cultural imaterial nacional em 2018. O edifício sede do museu constitui-se em um exemplo fundamental do ecletismo arquitetônico do século XIX no Brasil, notório tanto pela técnica construtiva, quanto pela diversidade de elementos decorativos encontrados em seu interior e exterior. Por sua vez, a tradição doceira pelotense apresenta-se como uma manifestação cultural local alicerçada em suas duas principais vertentes: a dos doces finos e a dos doces coloniais. Nessa perspectiva, o museu atua em diferentes frentes. Por se tratar de um museu universitário, congrega docentes, técnicos e estudantes em torno de projetos de ensino, pesquisa e extensão, que resultam em exposições, ações educativas, na realização de estágios curriculares, e na preservação de acervo relacionado às tradições doceiras. Dessa forma, ganham destaque junto ao museu as atividades realizadas junto aos bacharelados em Museologia e em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis do ICH/UFPel, assim como de vários outros cursos da universidade, dada a interdisciplinaridade inerente a uma instituição de memória.

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