O acervo é variado: utensílios indígenas, retratos de São Paulo antiga, exemplares de jornal com reportagens sobre a revolução de 1932, mapa da Bacia Hidrográfica do Aricanduva, quadro da Pedreira de Guaianases, esqueletos de cobras e peixes, fósseis doados pela Universidade de Guarulhos. Há também um espaço para exposições, como de rochas de diferentes localidades do Brasil, fauna e flora da Mata Atlântica, tempo de decomposição de resíduos e sobre diversos tipos de madeiras, além de fotos do Planetário. Os visitantes também podem ver objetos que hoje estão fora de moda como: televisão portátil, máquina de escrever, rádio vitrola, discos de vinil, gramofone, relógio despertador de corda, fita cassete, gravador toca fita, rádio a válvula, lamparina, ferros a brasa, pilão, panelas de ferro, entre outros. Segundo o diretor do Parque, Pedro João da Silva, o museu é muito procurado por escolas frequentadores habituais do Parque e visitantes de diversas outras localidades. “Daí os cuidados em sempre disponibilizar pessoal treinado para sanar as dúvidas e oferecer um passeio produtivo”, afirma Pedro João. Além do Museu do Meio Ambiente e do Planetário, reaberto recentemente, o Parque do Carmo tem inúmeras atrações para adultos e crianças.
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