O Museu Vivo guarda e preserva riquezas que contam a história de personagens anônimos das cidades do Vale do Aço e do Brasil. O projeto começou na década de 1980, com o objetivo de um dia fundar um museu. Ao chegar no Vale do Aço, o colecionador Jeová Aguiar percebeu que a região não possuía um acervo para o resgate da história do lugar, então ele decidiu por conta própria preservar peças e histórias que pertenciam ao Vale do Aço, durante mais de 44 anos realizou esse trabalho de coleta, pesquisa e preservação, com o sonho de um dia fundar um museu para expor esses objetos, porém durante esses anos realizou diversas exposições itinerantes, em festas ou outros eventos culturais para divulgar e levar o conhecimento a todos. Defensores do projeto se juntaram para apoiar a ideia, onde surgiu a necessidade de criar uma pessoa jurídica que desse sustentação legal para esse projeto, então em 1993 criou-se a UNANT(Fundação Antiquária), que em 2011 se tornou a Associação Cultural Museu Vivo. Nosso acervo abrange uma ampla gama de temas, dentre eles temos a rica cultura dos povos indígenas até os caminhos percorridos pelos tropeiros, e pelos ferroviários, os ofícios do passado como o do ferreiro, mascate, caixeiro viajante, costureiras, alfaiates, barbeiros, boiadeiros, lavadeiras, benzedeiras, parteiras. A evolução tecnológica da telefonia, rádio, televisão, cinema, fotografia e muitos outros temas, contando com um acervo de aproximadamente de 15 mil peças.